Arquivo para ‘Administração’

30 Jan 2012

“Criei canais de distribuição inovadores”, diz proprietário da Imaginarium.

Fonte: PEGN

No começo, tudo o que Luiz Sebastião Rosa queria era deixar a Medicina e abrir um negócio em Florianópolis. O que começou como uma simples loja de objetos, em 1991, logo se transformaria na rede de franquias Imaginarium. A empresa ganhou ainda mais força com a criação do sistema de corner franchising, que colocou a marca catarinense em 600 pontos espalhados pelo país.

IMAGINARIUM

O QUE É: rede de franquias de lojas de objetos de decoração, presentes, papelaria, moda e eletrônicos

ESTRUTURA: três escritórios em Florianópolis, com 180 funcionários; Centro de Distribuição em São José (SC), com 80 funcionários; 90 franquias, 19 quiosques e 600 pontos multimarcas

FATURAMENTO EM 2011: R$ 110 milhões (estimado)

Projeto de vida – “Não criei a Imaginarium para ganhar dinheiro, e sim para mudar de vida. No final dos anos 80, eu e minha mulher, Karin, morávamos em Teresópolis, no Rio. Eu era médico, trabalhava muitas horas e mal tinha tempo para brincar com as nossas duas filhas. Decidimos mudar tudo, ir para Florianópolis e começar um negócio.”

Crescendo pela beirada – “Desde o início, queria que a marca fosse nacional. Em três anos, já tínhamos 15 franquias. Com o tempo, criamos outros canais de distribuição. Em 2007, implementamos o sistema de corner franchising, para vender em lojas multimarcas nas cidades onde não tínhamos franquias. Em vez de mandar só os produtos, fornecemos um espaço instalado com toda a comunicação visual da marca. Hoje, temos 600 pontos de venda desse tipo.”

Sob medida – “Em 2011, lançamos o conceito das lojas compact, menores e com tíquete mais baixo: avaliamos que vão funcionar bem em cidades com até 150 mil habitantes. O plano é abrir 40 unidades em 2012.”

Papelaria e presentes – “Em 2010 criamos uma segunda marca, a Ludi, para vender produtos sem restrição de praça — o foco são papelarias e lojas de presentes. A Ludi já está em mais de mil pontos de venda.”

Análise de giro – “Nossa equipe desenvolve, em média, 400 produtos por ano. Cada lançamento é cuidadosamente pensado a partir da rentabilidade da coleção anterior. Todos os dias, quando fecha o caixa, o movimento das lojas é submetido a uma análise de giro. Se um produto não dá certo, sai de linha. Em 2011, devemos crescer 22%. Queremos abrir cem novas lojas entre 2011 e 2015. Além disso, vamos trabalhar para potencializar todos os canais de distribuição: franquias, corner franchising, compact e Ludi.”

2 Nov 2011

II Ciclo de Palestras Empreende Floripa

Agenda 2011

II Ciclo de Palestras Empreende Floripa na Semana Global do Empreendedorismo

“É a coletividade que estabelece a cultura empreendedora.”

16, 17 e 18 de Novembro de 2011

Inove // 16/11 – Criatividade e Empreendedorismo Digital
Local: Fecomércio/SC – Centro – Florianópolis
Horário: 18:30h – Credenciamento / 19h – Abertura e início das palestras

- EMPREENDEDORISMO EM NEGÓCIOS CRIATIVOS 
Jáder Melilo – Grupo Publish 
Empreender requer uma grande dose de ousadia, paixão e criatividade. Começar um projeto de negócio na economia criativa significa ter as ideias como produto. Isso significa que seu diferencial são as pessoas, mídia, branding, conteúdo, internet, experiência… misture, adicione talentos e atitude, e não se esqueça de muito trabalho.

- EMPREENDENDO NA WEB 2.0 
Rafael Zatti – Ideias.me 
Como o conteúdo pode ser o grande diferencial de uma startup na web 2.0 – A trajetória do ideias.me.

Organize// 17/11 – Como comecei meu negócio: Captação de recursos e depoimento de empreendedor 
Local: Fecomércio/SC – Centro – Florianópolis
Horário: 18:30h – Credenciamento / 19h – Abertura e início das palestras

- PERFIL DO EMPREENDEDOR E O PAPEL DOS INVESTIDORES ANJOS 
Marcelo Amorim – Anjos do Brasil 
Características pessoais e profissionais para um empreendedor em um processo de análise e o papel dos anjos investidores.

- ONDE BUSCAR RECURSOS FINANCEIROS PARA EMPREENDER – VENTURE CAPITAL COMO SOLUÇÃO VIÁVEL EM SC 
Marcelo Ferrari Wolowski – BZPlan 
Os principais meios de um empreendedor buscar recursos financeiros para seu negócio, com foco especial a alternativa viabilizada por fundos de investimentos de Venture Capital em Santa Catarina.

- INVESTIMENTOS DO ICOM EM EMPREENDEDORISMO JOVEM
Erik Persson Souza – ICOM e Lucas Schweizer – Site O que tem hoje? 
Demonstrar a experiência do Fundo para Empreendedorismo Jovem no apoio técnico-financeiro a jovens de baixa renda que desejam desenvolver um negócio próprio.

Execute// 18/11 – Bate-papo sobre Gestão de relacionamentos e Coworking 
Local: Sr Speto – Santa Mônica
Horário: 19:30 – Abertura e início do bate-papo

- GESTÃO DE RELACIONAMENTOS 
Alberto Costa – Confraria Empresarial 
Como desenvolver suas redes de relacionamento? E qual a importância dessas redes na atualidade?

- COWORKING 
Elton Miranda – Vilaj Coworking 
Conheça um tipo de ambiente de trabalho que inspira, conecta e estimula a criatividade e a produtividade. Inscrições abertas.

Programe-se e venha participar!

Apoiadores confirmados: Fecomércio/SC, Sebrae/SC, Nippy Eventos, Grupo Publish, Ideias.me, Confraria Empresarial, ClicRBS, Dialetto Comunicação Estratégica, Grupo RBS, Esag Jr, Novos Negócios, Annote, Vilaj Coworking, BZPlan, Anjos do Brasil, ICOM.

Realização: Empreende Floripa (Viviany Pfleger)

25 Set 2011

Aprendendo a Desaprender

Um trecho da matéria publicada no site Super Empreendedores.

Precisamos aprender a desaprender. Esta é a nova competência exigida do empreendedor. Quanto mais experiente, informado e detentor de conhecimentos, maior a necessidade dele desaprender para conseguir enxergar o diferente, e muitas vezes, óbvio! Esqueça o que aprendeu e limpe a mente para poder repensar as coisas com outros pontos de vista, outros enfoques, outras abordagem. Não use paradigmas já existentes, crie novos.

Conheço uma parábola, contada pelo especialista em criatividade, Roger Von Oech, que se encaixa bem nesta idéia. Um dia, um jovem que queria receber os ensinamentos de um conhecido mestre zen recebeu dele o convite para vir à sua casa. Os dois conversaram um pouco e o mestre lhe ofereceu uma xícara de chá. O jovem aceitou e o mestre serviu seu futuro discípulo. A xícara se encheu, mas ele continuou servindo. A xícara transbordou e o chá foi se derramando pelo chão. Vendo isso o discípulo disse: ‘Mestre, mestre, pare! O chá está derramando!’. O mestre parou e lhe disse: ‘Muito bem, meu caro jovem. Assim como esta xícara, sua mente está repleta de verdades imutáveis. Nada do que eu lhe ensinar ficará em sua xícara e só se fará transbordar, inutilmente. Para receber meus ensinamentos você precisará primeiro esvaziar a sua xícara. Só assim você estará com a mente limpa para assimilar o novo e o diferente’.

21 Set 2011

Como criar empregos: criando valor, não somente trabalho

Fonte: Jornal do Empreendedor

Com o desemprego acima de 9 por cento, os americanos estão procurando por respostas que vão levar para empregos de qualidade. As falhas evidentes dos programas de emprego na história mostram que combater o sintoma ao invés da doença não leva a um crescimento real.

Ao invés de falarmos sobre programas de emprego, o que precisamos discutir é como prover o ambiente correto para o crescimento: liberdade econômica.
Assista esse vídeo para entender mais.

14 Set 2011

47 Mandamentos para pequenas Agências Digitais

8 Set 2011

Pessoas mais felizes trabalham mais?

Este trecho diz o que eu penso. Em outras palavras isto se chama Responsabilidade Social Corporativa.

Os adultos que trabalham dedicam mais horas aos seus empregos do que a qualquer outra atividade. O trabalho deveria enobrecer, e não aniquilar, o espírito humano. Promover o bem-estar dos trabalhadores não só é ético como faz sentido economicamente. Fomentar vidas interiores positivas às vezes requer que os líderes articulem melhor o significado do trabalho para todos os membros da organização que estejam envolvidos.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/971646-pessoas-mais-felizes-trabalham-mais.shtml

26 Ago 2011

Consumo colaborativo

fonte: HSM

Por que comprar algo se você pode alugar, pegar emprestado ou trocar com outra pessoa? O consumo colaborativo, já muito utilizado nos Estados Unidos, começa a criar raízes no Brasil.

Mas esta tendência americana ainda não pegou de vez aqui. Será que estamos atrasados para este tipo de inovação ou ainda falta essa cultura do reuso?

A maioria dos cases relacionados a consumo colaborativo é de fora do País. Para a consultora em Inovação e professora da ESPM/FIA, Martha Terenzzo, a crise financeira americana foi crucial para acelerar esta tendência de compartilhar, trocar, alugar ou vender produtos usados.

É necessário amadurecermos esta tendência em busca dos possíveis ganhos. Um dos modelos de negócios neste sentido no Brasil, de acordo com Martha, é o INIO – I need, I offer.

É o primeiro site de trocas e consumo colaborativo para Facebook no país. A proposta contempla o consumo consciente de serviços.

O cliente que precisa de uma prestação de serviços, mas não dispõe de recursos financeiros, pode apresentar a sua necessidade e o que tem a oferecer em troca.

A ideia do INIO é abrir mão daquilo que não é mais necessário para as pessoas, mesmo que temporariamente, em troca de bens ou serviços fundamentais em certo momento.

Na América Latina, segundo lembra Martha, a primeira empresa de carsharing é a Zazcar. As pessoas, inclusive no Brasil, podem fazer um cadastro e escolher um dos planos mensais. Recebem um cartão de acesso e fazem a reserva do carro por telefone ou internet. Depois, é só se dirigir a um dos pontos de estacionamento 24 horas (chamados PODs), destravar o veículo com o cartão e utilizá-lo. No retorno, estacionar no POD mais próximo deixando a chave no porta-luvas.

Outro site criado para o consumo colaborativo no Brasil é o DescolaAí.com. A proposta online facilita o aluguel e troca de produtos e serviços, entre amigos, familiares e comunidades.

Qualquer pessoa pode colocar à disposição, sem custo algum, seus produtos que serão alugados ou trocados por quem precisa deles. O marketing do portal garante que é uma forma de ganhar dinheiro e ainda ajudar o planeta evitando que outros produtos sejam criados com extração de novos recursos naturais.

Por outro lado, para alguns profissionais, o Brasil não está atrasado, mas, na verdade, não tem a cultura deste modelo de negócio. Para João Ciaco, diretor de Marketing da Fiat, o brasileiro ainda não tem o costume de consumir junto, principalmente em se tratando de dividir ou alugar um carro – bem tão almejado pelo consumidor.

No entanto, Ciaco acredita na importância de começar a desenhar este novo conceito de inovação, já praticado fora do país. Prova disso são as dezenas de sites mencionados pelo professor e especialista Gil Giardelli no blog do portal HSM.

Para quem deseja conhecer mais sobre o tema, uma boa dica é o livro ‘O que é Meu é Seu’ (What´s Mine is Yours: The rise of Collaborative Consumption’. A inovadora social e co-autora desta obra, Rachel Botsman, garante que esta tendência vai crescer ainda mais quando as crianças que nasceram na era das redes sociais se tornarem consumidoras.

E qual a sua visão sobre o consumo colaborativo? A tendência veio para ficar?

4 Out 2010

Qual mensagem a empresa deseja transmitir?

Veja o vídeo.

Vocês acreditam realmente que algum passageiro prestará atenção nas instruções de segurança para o vôo?

Pode até ser divertido (eu também ri), mas vejo ainda que a escolha do momento não foi muito apropriada. ;)

16 Set 2010

Empreender é construir. O que você está construindo?

por Carlos Faccina – Época Negócios.

Diferente do sentido que encontro no dicionário (que destaca a decisão de realização e classifica a tarefa como trabalhosa), para mim empreender é construir. E aí me agrada o sentido de “criar (algo), juntando materiais variados em determinada forma, seguindo determinado projeto”. Fazemos isso na empresa em que trabalhamos ou em um novo negócio que criamos.

Todas derivações de ‘construir’ tiradas do dicionário Houaiss me agradam também: erguer com materiais duradouros, edificar, fabricar, produzir e ocupar espaço. Ou por derivação, fazer um trabalho de criação mental, elaborar, formar passo a passo, de degrau em degrau, preparar ou inventar.

Se empreender é construir, precisamos de uma base, de estudo, de projeto, de planejamento, de materiais, de formação e execução. Daí também tiramos a importância de analisar a adequação do projeto e avaliar as condições de sustentabilidade em interação com o meio ambiente (natural, social e de negócios).

Se empreender é construir, a decisão nasce bem antes do ato de ‘empreender’ (no sentido de tomar a decisão para realizar a tarefa empreendedora). Nasce agora, enquanto você estuda e realiza sua formação profissional, durante sua carreira com carteira assinada, nos seus relacionamentos cotidianos, nos projetos que desenvolve e nas entidades que frequenta.

O comportamento dos empresários brasileiros mudou. Atualmente, os donos de micro e pequenas empresas estão buscando conhecimento para iniciar e gerenciar negócios. Quanto mais informação, mais competitiva será a empresa. Isso é o que mostra a Pesquisa internacional Global Entrepreneurship Monitor (GEM) – veja link abaixo.

Essa visão de preparação para a construção nos ajuda a ver a o comportamento empreendedor no cotidiano. As empresas, cada vez mais, esperam profissionais empreendedores. Nesse caso, o que você está construindo?

Pense as seguintes questões seja na construção de sua carreira dentro da empresa, seja para abrir um novo negócio:

Como, pessoalmente, está planejando o desenvolvimento dessa carreira? Não esqueça que o departamento de treinamento e desenvolvimento da empresa não é responsável pelo seu desenvolvimento, mas você mesmo é o agente desse processo.

Cuidou de preparar a base? Bons empreendimentos não nascem apenas da coragem, da iniciativa e das boas intenções.

Já tem um projeto? Vai começar pelo telhado, pela janela ou pelas fundações? Em qual estágio desse projeto você está?

Quais são os pilares dessa construção? O material é firme e de boa qualidade?

Analisou o ambiente? Quais são as oportunidades e os riscos? O projeto se sustenta no longo prazo? Como está a sua rede de relacionamento?

Quando vai lançar seu projeto? Decidir envolve riscos, exposição e reação. Não espere que o mundo vá te abrir passagem. esteja preparado para ganhar e perder batalhas, mas fique de olho na realização do objetivo maior.

Do post anterior A carreira é uma escolha previsivelmente irracional?, não se esqueça “quantas vezes você achou que tomou a decisão certa, mas sem ter uma base racional para saber se de fato estava certo? Entender como somos previsivelmente irracionais é o ponto de partida para melhorar nossas decisões e mudar nossas vidas para melhor, nos ensina o economista e psicólogo americano Dan Ariely.

Leia também:
Aprender a empreender

Para quem já está na estrada do empreendedorismo e se interessa pelo tema:

Pesquisa GEM: dados estratégicos sobre empreendedorismo no Brasil e no mundo
Realizada anualmente, a pesquisa mede a evolução do empreendedorismo no Brasil e em outros países, permitindo a identificação de fatores críticos que contribuem ou inibem a iniciativa empreendedora.
Clique aqui e conheça os conteúdos completos das pesquisas GEM desde 2000.

Prêmio Empreendedor de Sucesso 2010
Em 2010, o Prêmio Empreendedor de Sucesso chega à sua quarta edição. Resultado de uma parceria entre a revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios e o Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios da Fundação Getulio Vargas, com patrocínio da Visa, o prêmio tem como objetivo divulgar e reconhecer empreendedores de sucesso. São três as categorias premiadas: Oportunidade, Inovação e Crescimento. A empresa que se destacar em todas elas levará o prêmio Empreendedor do Ano. As inscrições podem ser feitas entre os dias 5 de julho e 5 de agosto, no site do Prêmio.

6 Set 2010

Quanto custa uma contratação inadequada de um funcionário?

Por Edmilson Koji Tanaka

Tradicionalmente o segundo semestre representa aumento de demanda na grande maioria dos segmentos de negócios, daí iniciam-se as contratações, porém, contratações sem os devidos critérios transformam os sonhos do aumento da demanda em um grande aumento dos custos, muitas vezes não avaliados.

Então, quais são estes custos?

Que tal avaliá-los?

Para isso, enunciarei “alguns” custos envolvidos:

I – Procedimentos ANTES da contratação
redimensionamento e restruturação das células de produção
levantamento da necessidade de mão-de-obra
definição do perfil profissional a ser contratado
definição de cargos e salários
recrutamento de pessoas (envolvem chamadas através de anúncios, seleção de curriculuns, …)
seleção de pessoas (entrevistas coletivas e individuais, dinãmicas de grupo, avaliações de perfis, …)

II – Procedimentos DURANTE a contratação
exames médicos admissionais
fornecimento de uniformes e EPI´s

III – Procedimentos APÓS a contratação
fornecimento de vales-transporte, ticket alimentação, cesta básica, plano de saúde, …
encargos sociais sobre os salários (estes representam em média 34% para empresas enquadradas no regime SIMPLES e 75% para empresas fora do regime Simples)

IV – Procedimentos de uma demissão
de acordo com a situação contratual incidirão verbas indenizatórias legais e da categoria
caso o rompimento ocorra ainda durante a vigência do contrato de experiência, incidirão ainda multa sobre o saldo de dias até o término contratual
exames médicos demissionais

Além disso, aumento do quadro funcional pode implicar ainda em:
a) constituição de CIPA (quando a atividade demandar)
b) contratação de técnicos de segurança no trabalho
c) maiores espaços para refeitório, vestiário, banheiros, …

Você já avaliou todas estas demandas?

Está verdadeiramente ciente de todos estes compromissos?

A maior certeza que podemos ter é que, todos os itens enunciados geram custos. Também temos a convicção de que em seu caso, alguns detalhes específicos também farão parte de seus procedimentos, e, estes, certamente também gerarão custos.

Raramente avaliamos TODOS estes detalhes. No entusiasmo do crescimento o foco certamente estará direcionado para mais contratações, sem a devida avaliação de seus custos e sua viabilidade.

Bem, tomara que o aumento de sua produção propicie margem financeira suficiente para cobrir todos estes custos envolvidos!

Edmilson Koji Tanaka
Consultor
SEBRAE/PR

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