Arquivo para ‘Gestão e Negócios’

24 Jun 2010

Como acabar com a sua #empresa em apenas 140 caracteres

Um estudo sobre o que as organizações não devem fazer em sua comunicação no twitter, foi o tema do TCC da Carolina Lima (@CadyWitter), apresentado esta semana em Floripa.
Confira!

Viviany

27 Mai 2010

Como cobrar desempenho

Claudio Galeazzi é diretor presidente do Grupo Pão de Açúcar. Sócio-fundador da consultoria Galeazzi & Associados, concentrou suas atividades em administração de empresas, participação em conselhos de administração e na reestruturação de grandes companhias. Atuou como CEO em diversos processos de reestruturação de empresas, entre elas, Artex, Vila Romana e Lojas Americanas.

26 Mai 2010

Encontre e ofereça oportunidades

Feira do Empreendedor On-line

A Feira do Empreendedor On-line amplia o sucesso obtido pela feira presencial. Na feira on-line, além de poder buscar e oferecer oportunidades de negócio de forma contínua durante todo o ano, o empreendedor também é beneficiado pela visibilidade para internautas de todo o Brasil.

Site: http://www.feiradoempreendedoronline.sebrae.com.br

Viviany

18 Mai 2010

Your business card, please

Outro dia estive lendo um pouco sobre a Aiesec Cambodia, e observei uma prática bastante interessante a ser aplicada em feiras e eventos, que tem por objetivo networking, formação de parcerias, apresentação de produtos, e demais fins profissionais.

Apesar de eu não saber especificamente o objetivo do evento desta foto, pois o dado não estava disponível, é possível ver um simples exemplo, que pode ser adotado principalmente por micro e pequenas empresas, além de ONGs que desejam conhecer novos apoiadores.

Trata-se de uma mesa de informações para a imprensa e para empresários deixarem seus cartões de visita. Já fui a vários eventos em que os profissionais precisam trocar seus cartões com quem desejam, como de costume, porém se pensarmos no organizador e em diversas situações aonde tais evento são abertos, não exigindo o pré-cadastro dos participantes, esta prática pode ser muito interessante, a fim de realmente conhecer os presentes e aqueles possíveis interessados na geração de futuras negociações.

Se alguém conhece algo semelhante, ou resolver daqui uns dias adotar esta prática, venha me contar, por favor, pois eu gostaria de saber sobre os resultados alcançados. ;)

Viviany

11 Mai 2010

Sobram vagas de trabalho no comércio eletrônico

Por Blog do e-commerce

Em conversas durante a Semana Global do Empreendedorismo verificamos um fato bem interessante. Sobram vagas para profissionais qualificados no mercado do e-commerce. Parece inusitado mas é a pura verdade. Vagas de trabalho existem e inclusive sobram, o que não existe são profissionais qualificados para ocupar estas vagas. Resultado, a remuneração dos profissionais qualificados entrou em uma escalada ascendente. Embora o tempo de formação de um profissional nesta área seja relativamente pequeno, o que não se vê é investimento que atenda a crescente demanda do mercado. Segundo alguns empresários está cada vez mais difícil encontrar profissionais para administrar uma loja virtual. A reclamação é geral.

As perspectivas para o comércio eletrônico no Brasil são muito animadoras. Em 2008 o crescimento foi de 40% e em 2009, apesar da crise as projeções já apontam também nesta direção. Para 2010 espera-se números ainda maiores em função da queda dos preços dos computadores pelas sucessivas quedas do dólar e dos programas de inclusão digital patrocinados pelo Governo. A entrada da classe C no mercado consumidor certamente vai representar um novo estímulo nas vendas, e com o fim da crise mundial então, fica desenhado um cenário mais do que favorável ao desenvolvimento do e-commerce no Brasil.

Uma das soluções encontradas pelos pequenos e médios empresários tem sido a formação interna destes profissionais através de cursos de especialização na área de e-commerce. É uma solução eficaz e que não custa tanto assim sendo certamente bem mais barata do que fechar o e-commerce por insuficiência no treinamento dos funcionários. Estes cursos de e-commerce são de curta duração e exigem que o aluno já possua algum conhecimento de informática e Internet. O profissional de administração e gerenciamento de e-commerce não precisa ser um programador uma vez que sua função de gerência do sistema é identificar necessidades e ai sim repassá-las para o pessoal da área técnica que então buscará a solução mais indicada. O necessário para um administrador de lojas virtuais é conhecer todos os processos que envolvem  o e-empreendedor na criação da loja virtual, na realização das vendas on-line e também nas diversas opções para sua divulgação.

Os cursos de e-commerce despontam como a melhor opção para a formação de mão de obra especializada no momento. Geralmente ministrados por consultorias nesta área, estes cursos conseguem em um curto espaço de tempo, passar uma boa idéia sobre o dia-a-dia de uma loja virtual.

Mas não é só para os funcionários que estes cursos são válidos. O próprio empresário ou todas as pessoas que desejam ingressar no mundo do comércio eletrônico devem sim participar deste tipo de treinamento justamente para ter uma visão geral do negócio e assim poder identificar no seu dia-a-dia as oportunidades de negócios que aparecem. Para quem ainda está estudando, os cursos de e-commerce funcionam como uma base para futuras especializações.

Segundo Josiane Osório, consultora de comércio eletrônico da CE -Consultoria em E-Commerce, “O problema do mercado já não é mais o da não existência de bons sistemas para a criação de um comércio eletrônico como acontecia há algum tempo atrás e sim à falta de profissionais qualificados para o gerenciamento e administração destes sistemas”. Esse é um problema já sentido por outros seguimentos do mercado como alguns setores da indústria como o calçadista e na área dos serviços de hotelaria entre outros. Ainda segundo Josiane, “A demanda por este tipo de profissional está tão grande que nós tivemos que antecipar o lançamento dos nossos cursos para suprir às necessidades da nossa própria clientela de consultoria e a resposta foi, turmas lotadas.”.

O fato é que poucos setores encontram um cenário tão favorável para os próximos anos como o do comércio eletrônico e para sustentar este desenvolvimento é necessária a capacitação de mais profissionais especializados nesta área seja através da grade curricular normal nas faculdades ou através de cursos extracurriculares. Cabe ao empresariado estar preparado e preparar também seus funcionários para esta nova realidade do comércio e aos estudantes um bom planejamento em sua formação para poderem ter mais facilidade de colocação no mercado.

5 Mai 2010

Comunicar é preciso: a importância do papo-furado

Muitas vezes é através de um papo-furado que alguns negócios são feitos, problemas são solucionados, e variadas ideias podem surgir para o desenvolvimento da sua empresa.
Com foco em uma comunicação corriqueira, o Márcio traz uma matéria na revista Você S/A pra lhe fazer mudar seu ponto de vista.

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Por Márcio Mussarela em Você S/A.

Tem gente que simplesmente o-d-e-i-a o papo-furado, a conversa sem destino, o diálogo sem assunto, a interação sem conteúdo. Normalmente o que escuto dessas pessoas é: “Não tenho paciência pra esse lenga-lenga”, ou então “É sempre a mesma ladainha – futebol, novela, politica, se vai chover – isso não leva a lugar nenhum” ou a clássica e nem por isso menos dramática “Vou direto ao assunto, não tenho tempo a perder”.
Pois bem, pequenas criaturas comunicativas, saibam que o papo-furado, a ladainha, o lenga-lenga desempenham um papel fundamental no sucesso de sua comunicação. Eles são o “aquecimento” do que está por vir.

A troca inicial de pensamentos, sensações e opiniões em assuntos cotidianos ou sem profundidade tem a função de regular a energia da conversa, oferecer um tempo para os participantes sentirem-se a vontade uns com os outros e determinar várias dimensões do “momentum de comunicação”, como confiança ou desconfiança, conforto ou desconforto, intimidade ou formalidade. Pura sintonia, comunhão.

Eu tenho uma amiga (que está a procura do par ideal) que sempre me diz:
- Sabe Mussa, eu não tenho tempo a perder. Quando conheço um cara vou logo dizendo no primeiro encontro: “olha aqui, eu sou divorciada, tenho dois filhos, uma TPM que dura 2 semanas e sou alérgica a leite” Porque ai se o cara quiser a gente segue em frente, senão ninguém perde tempo e eu posso me focar em alguém que dê certo.
Acho que não preciso explicar essa né? Parece que o “direto ao assunto” dela está agindo contra seu objetivo final. (aliás se tiver algum solteiro interessado por favor me avisem, ela tá desesperada sabe?)

O que fazer para ficar a vontade durante um papo-furado?
1. Entenda que o papo-furado é apenas um estágio para algo signifitcativo, se você o evitar poderá parecer rude ou desinteressado na outra pessoa ou grupo.

2. Aceite que muitas vezes o papo poderá ser interessante, em outras não. Tudo bem, não é problema algum falar de coisas superficiais ou fazer comentários não tão espetaculares quanto você gostaria. Fique a vontade e deixe o outro a vontade caso isso ocorra. Demonstre interesse. Mantenha o fluxo da conversa.

3. Pense em algo que você possa ter em comum com a(s) pessoa(s) com quem está conversando e simplesmente lance a isca. Se não colar tente outra vez. (leia o item 2 novamente) Sim. Vale falar do tempo.

4. A duração do papo furado normalmente é curta. Em um encontro de negócios deve durar de cinco a dez minutos antes de você finalmente “ir direto ao assunto”. Em interações sociais você pode usar a mesma medida antes de começar assuntos mais profundos como “para onde vai nosso país?” ou “você viu a história dos padres pedófilos?”

5. E sempre que você sentir que o papo-furado está ficando mais furado do que papo, use uma transição para o assunto principal como “E como andam as coisas na empresa?” ou “Que bom que pudemos nos encontrar para tratar desse assunto X”.

Megahiperultradica nº 543: Não se preocupe em parecer inteligente, esperto ou sagaz. Apenas entre na dança da conversa, siga o ritmo com leveza e faça os movimentos que te levarão ao objetivo final.

Aliás algum de vocês saberia me dizer uma outra interação humana onde as preliminares são tão (ou mais) importantes para se atingir o objetivo final quanto o “assunto” principal?

1 Mai 2010

Muita iniciativa e pouca acabativa: especialista fala da importância do planejamento para colocar planos em prática

Por Administradores.com

Em entrevistas de emprego é comum o selecionador buscar em seus candidatos a capacidade de tomar iniciativas. Sem dúvida, é uma competência valiosa no mercado de trabalho. Porém, muitos profissionais ainda sofrem de um problema comum enquanto trilham suas carreiras: não terminam o que se propõem a começar.

Segundo Cláudio Tomanini, Professor de MBA da FGV e autor do livro “Na Trilha do Sucesso”, não adianta nada ter milhares de iniciativas e não planejar colocar em prática nenhuma delas. “Para evitar que isso aconteça e o profissional crie expectativas em seus superiores ou colegas, que depois serão frustradas, existe uma única fórmula, que não tem nada de segredo: planejamento”, diz Tomanini.

Vários profissionais acreditam que já se planejam e dão de ombros para essa etapa do processo. Porém, não é só a primeira etapa do processo, mas a mais importante — somente com um bom planejamento é possível prever problemas e adiantar-se a eles! “Sabe o famoso provérbio: ‘É melhor prevenir do que remediar’? Pois é, no trabalho é possível se prevenir, mas remediar muitas vezes custa um emprego”, alerta Tomanini.

Por isso, é praticamente impossível concretizar ações e atingir bons resultados sem planejamento. “Para planejar ações corretamente é necessário pensamento estratégico, dedicação e poder de análise”, diz o especialista.

Planejar é estudar o mercado, analisar a concorrência, elaborar um plano de ação baseado em estatísticas, dados, expectativas e muitas outras informações. A maioria das empresas brasileiras infelizmente não tem a cultura do planejamento. Quando ele ocorre, muitas vezes é no método top down, ou seja, dos superiores e gestores para os subordinados, sendo que esses últimos não adquirem o hábito de planejar sozinhos, já que recebem as estratégias de seus superiores. Se algo der errado, a responsabilidade é imediatamente conferida aos níveis superiores. Mas aí, que fim levam as iniciativas?

Planejar é realizar profunda análise do passado, presente e futuro. Não restam dúvidas de que o futuro só pode ser construído quando se conhece o passado. Cada profissional, em seu cargo e setor, pode apresentar proatividade no quesito planejamento. Em vez de aguardar as metas propostas de cima, por que não adiantar-se e analisar o mercado diretamente do seu ponto de vista?

“Analisar tendências não é tão complicado quanto parece. É essa análise que nos permite prever determinados acontecimentos durante o planejamento”, diz Tomanini. “Se fôssemos definir o termo previsão de uma maneira prática e informal, poderíamos dizer que é a ‘pretensão de saber o que teria acontecido se o que aconteceu não tivesse acontecido”.

As pessoas estão descrentes em relação à previsão, mas ainda assim ela está no centro da estratégia de marketing e do posicionamento competitivo. Portanto, a maneira mais segura de trabalhar com o futuro é por meio da análise de tendências, que podemos definir como a direção ou sequência de eventos que ocorrem em determinado momento.


Previsão de futuro não é só para gurus

“Veja como exemplo os tempos de crise financeira. A crise gera uma demanda por gurus da economia e analistas de mercado. Pois são eles os profissionais habituados a fazer o levantamento das probabilidades de acordo com uma análise do passado e do presente do mercado. Seja o mercado financeiro, econômico, consumidor, o que for.”

Esse tipo de análise é coisa para “especialista”. Análise de futuro e probabilidades de comportamento do mercado vão além da Matemática. Para qualquer mercado ou setor também é possível planejar e basear-se em possibilidades de cenário.

Um processo aparentemente tão simples, mas que inúmeros profissionais nem sequer cogitam colocar em prática. “De iniciativas as empresas estão cheias, precisamos urgente chegar às ‘acabativas’ e inovar cada vez mais dentro das empresas”, finaliza Tomanini.

Viviany

28 Abr 2010

O problema não é meu

‘Eu sou pago para isto’, ‘estou muito ocupado’, ‘o problema é deles’ e ‘isto não é comigo’ são expressões bastante ouvidas diariamente nas empresas. Todos se dizem sempre muito ocupados e não são capazes de assumir uma responsabilidade momentânea, além de suas funções diárias. Porém, em função desta falta de proatividade o problema que era pequeno, se torna um problemão.

Abaixo deixo um vídeo bem simples, que demonstra um pouco deste comportamento. Nestas situações a melhor solução a ser adotada por parte da empresa é criar um ambiente de colaboração, e conscientizar os funcionários de que eles precisam visualizar a organização como um todo, e ter a iniciativa de minimizar os problemas que estão acontecendo. Para facilitar um pouco este aprendizado, seria interessante adotar o tal do ‘job rotation’, já comum em algumas empresas, onde o funcionário de um setor passa um dia acompanhando a função do funcionário de outro setor, a fim de entender mais sobre outros processos da organização. Isto é bastante produtivo, e geralmente gera satisfação e resultados positivos.

Viviany

18 Abr 2010

Meritocracia

Por Thais Aiello

Avaliar desempenho ainda é tabu na sociedade brasileira. Aos poucos, as empresas que atuam no Brasil vão aperfeiçoando seus sistemas de avaliação de desempenho e, com isso, enfrentando um traço cultural da nossa sociedade: a resistência à cobrança e à mensuração de resultados. Critérios meritocráticos para balizar sistemas de reconhecimento, recompensa e gestão de carreira ganham impulso frente à globalização, até porque a prática tem comprovado os resultados positivos desse método. Os desafios para viabilizá-lo, no entanto, vão além da aversão cultural. Para Eduardo Faro, da PricewaterhouseCoopers, no frenesi do mundo dos negócios os gestores não dedicam tempo suficiente para a orientação e o acompanhamento cotidiano da gestão de desempenho, paradoxalmente a etapa em que ocorrem os resultados e o desenvolvimento dos profissionais.

Segundo Lívia Barbosa, diretora de pesquisa do Centro de Altos Estudos de Propaganda e Marketing da ESPM,

Meritocracia pressupõe que as posições sociais dos indivíduos na sociedade devam ser resultado de suas realizações, do mérito de cada um. Em um país como o Brasil, essa filosofia é viável para aqueles que estão topo do sistema, mas deixa de fora do jogo aqueles que, na base, se ressentem de condições igualitárias de acesso à educação e a outros recursos. Culturalmente, a sociedade brasileira é avessa a processos de avaliação e rejeita sistemas de cobrança de desempenho e resultado. A responsabilidade individual sobre os feitos pessoais é quase inexistente. Não avaliamos desempenho; mas o justificamos. Fora isso, as distorções e os privilégios ainda se impõe sobre a meritocracia. Felizmente, o cenário vem se modificando a partir da ação de algumas empresas que adotam os preceitos da meritocracia intramuros e que têm o desafio de fazê-lo também além de suas fronteiras.

Em complemento,

Meritocracia está no DNA da Accenture e era já uma realidade quando ingressei na empresa como estagiário, nos anos 80. Desde então, temos aperfeiçoado nossas práticas, avaliando o colaborador em três dimensões: o valor gerado para os clientes, a atuação como desenvolvedor de pessoas e o resultado efetivamente obtido. Este pacote de informações é compilado duas vezes ao ano, uma para efeito de direcionamento, outra de avaliação propriamente dita. Os parâmetros usados são mundiais e os executivos conhecem as regras, estando cientes de que serão comparados com seus pares em outros países. A relação entre o colaborador e a empresa é transparente quanto à importância da contribuição de cada um, com o mérito sendo reconhecido de forma ampla. Ele contempla oportunidades de crescimento e desenvolvimento, e não apenas o lado financeiro. É um equívoco reduzir o sistema a um aspecto meramente monetário, o que não garante o crescimento estruturado do negócio e das pessoas.

(Roger Ingold – Presidente da Accenture)

10 Abr 2010

Procura-se melhor atendimento

Atendimentos, vendas e entregas. Tudo isto deve ser bem observado quando a questão é a satisfação e a fidelização de clientes. Hoje vi esta chamada que comenta sobre o assunto: ’Procura-se: Gente para nos ajudar a construir companhias mais humanas e um Brasil melhor em atendimento.’

Seria muito bom se alguns vendedores criassem um pouco desta consciência pra conquistar mais e mais clientes. Porém, a nossa realidade ainda é outra. Ao chegarmos em várias lojas, o pessoal mal sabe informar sobre as funcionalidades dos produtos, e não se preparam pra entender e logo identificar as necessidades do cliente.

Isto faz diferença; isto é a diferença: um bom atendimento depende do conhecimento do produto. Pense nisto!

Viviany

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