A realidade de dois garotos: o que estuda, brinca, e o outro que trabalha.
Condene o trabalho infantil, seja no Brasil, seja na China ou em qualquer outro lugar!
Viviany
vivenciando as práticas de gestão a cada dia.
A realidade de dois garotos: o que estuda, brinca, e o outro que trabalha.
Condene o trabalho infantil, seja no Brasil, seja na China ou em qualquer outro lugar!
Viviany
por Você S/A
As 13 maiores mancadas dos candidatos, na opinião dos recrutadores:
1 Omitir fatores que são requisitos importantes para a posição, como a impossibilidade de mudar de cidade ou de viajar com frequência.
2 Discursar autoelogios, usando adjetivos batidos como “dinâmico”, “criativo”, “inovador”, e tudo na primeira pessoa: “eu fiz”, “eu consegui”.
3 Perder a linha de raciocínio contando “causos”, ou se justificar em excesso, fazendo papel de vítima.
4 Questionar detalhes pouco importantes em uma primeira entrevista, como qual modelo de celular a empresa oferece.
5 Faltar ao encontro e não avisar com antecedência, ou cancelar e remarcar várias vezes.
6 Não ser transparente ao explicar o motivo do desligamento das empresas em que trabalhou.
7 Não dar bola a uma sondagem por estar bem empregado ou por considerar- se muito competente.
8 Dar sequência a um processo seletivo apenas para testar a empregabilidade, ou para saber se o salário está na média e desistir depois.
9 Fazer leilão do tipo “quem paga mais” entre as ofertas da nova empresa e as contrapropostas da empresa atual.
10 Manter o celular ligado durante a conversa. Pior ainda quando resolve atender.
11 Exceder na ansiedade e ficar perguntando todos os dias sobre o andamento do processo.
12 Insistir para que o entrevistador revele o pacote de remuneração, ou a empresa contratante, antes da hora.
13 Falar de forma negativa ou revelar informações confidenciais sobre as empresas em que atuou e sobre os profissionais com quem trabalhou.
e
As 13 maiores mancadas dos recrutadores, na opinião dos candidatos:
1 Não dar feedback: se o currículo chegou, se a vaga foi fechada, se o candidato já foi excluído…
2 Não estudar com antecedência o currículo do candidato e fazer uma leitura dinâmica instantes antes ou mesmo durante a entrevista.
3 Marcar encontros em lugares inadequados e barulhentos, como shoppings e cafés
4 Fazer perguntas que invadem a privacidade do entrevistado, como o desejo de ter filhos, ou se é casado de papel passado.
5 Rotular o profissional tomando por base o perfil de alguma empresa em que trabalhou.
6 Confidenciar “estou trabalhando esta vaga por fora da empresa que represento”
7 Chamar para entrevista usando uma determinada vaga como isca, mas entrevistar para outra, cuja função e salário não são condizentes.
8 Chamar para entrevista apresentando uma oportunidade e, no meio da conversa, revelar: “Queria apenas conhecê-lo”.
9 Entrevistar dois candidatos simultaneamente para “ganhar tempo” ou fazer a entrevista às pressas porque o candidato seguinte já chegou.
10 Durante a entrevista, permitir ser interrompido por terceiros, atender ao celular, sair da sala, ler e-mails…
11 Dizer que vai passar o candidato para a próxima fase e sumir sem dar nenhuma satisfação.
12 Medir visualmente o candidato de cima a baixo, antes mesmo da conversa ser iniciada.
13 Fazer perguntas ou insinuar brincadeiras preconceituosas relacionadas à religião, cor da pele, preferência sexual e aparência física.
Isto é o que se diz.
Here’s a profound observation from management guru, Gary Hamel:
“If you want to understand the real strategy, look at what people are doing!”
Indeed, more often than not, there are disconnects or gaps between the strategy that is formulated by the senior leadership team, and how the strategy is executed.
Why the gaps?
Could be for a number of reasons:
Most likely, the recognition and reward system that drives the daily activities and behaviors of each person in the workforce is not aligned with the strategy of the organization.
How to combat this situation?
BOTTOMLINE: What people spend time on should be based on how well your strategy, goals and initiatives are articulated. Reward and recognize workers based on how well goals were achieved (results), not on how much activity took place.
Esta semana participei do 11º Congresso Internacional da Gestão, que aconteceu em Porto Alegre/RS. Realmente o Estado tem uma grande tradição nos seus programas de qualidade e gestão. Serve de exemplo para Santa Catarina estimular suas ações por aqui.
Segue a matéria publicada no Jornal do Comércio de Porto Alegre.
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“O Rio Grande do Sul respira qualidade”. A observação do presidente do Conselho Superior do Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade (PGQP), Jorge Gerdau Johannpater, durante a noite que já se tornou conhecida como o Oscar da Qualidade, ajuda a ilustrar o ambiente que foi sendo criado no Estado – e que ele próprio sempre liderou – em torno de busca pela excelência da gestão.
A 15ª edição do Prêmio Qualidade RS, promovido pelo PGQP, reuniu cerca de 7 mil pessoas ontem na Fiergs e destacou o trabalho que 91 empresas fizeram ao longo do ano na área de gestão. Os grandes vencedores da noite, que contou com as tradicionais torcidas vindas de diversas partes do Estado, foram a AES Sul, a Randon Implementos e Participações e a Terex Cifali Equipamentos, vencedoras do Troféu Ouro.
O presidente do Conselho Diretor do PGQP, Ricardo Felizzola, elogiou o trabalho sério e contínuo que as empresas vencedoras realizaram até chegarem ao momento da celebração dos resultados alcançados. “Esse trabalho gera um aprendizado que torna as empresas mais competitivas e aptas a gerar riqueza ao seu Estado e País”, diz. O diretor institucional da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), Roberto Zardo, disse que o Rio Grande do Sul lidera movimento em prol da qualidade no País. “As empresas gaúchas são um exemplo a ser seguido”, sugere.
Entre as empresas vencedoras da 15ª edição do Prêmio Qualidade RS, 67 são da área de serviços, sete da administração pública, nove da indústria, sete do comércio e uma da agropecuária. O diretor-executivo da Randon Implementos e Participações, Norberto Fabris, comemorou o Troféu Ouro e destacou o fato do grupo ter sido um dos primeiros a aderir ao PGQP. “Temos uma orientação corporativa de trabalhar em busca da excelência da gestão. É um trabalho que vem trazendo grandes resultados no dia a dia da nossa operação”, diz. Das dez empresas que fazem parte do Grupo Randon, seis participam do PGQP.
O gerente-geral da Terex, Reus Bastista Cunha da Rosa, destacou os reflexos que o trabalho realizado na busca por uma melhor gestão trouxeram para a empresa. “Os níveis de satisfação dos funcionários cresceram muito nos últimos anos, bem como a nossa participação no mercado e a rentabilidade da companhia”, revela.
A empresa é produtora de equipamentos para a construção, pavimentação e recuperação de estradas e, no segundo semestre de 2011, vai inaugurar uma unidade no Distrito Industrial de Guaíba, onde seria construída a fábrica da Ford.
O diretor-geral da AES Sul, Antonio Carlos de Oliveira, disse que a empresa vem amadurecendo e aprimorando a cada ano o seu sistema de gestão. “São ações que nos conduzem a resultados cada vez mais importantes”, conclui.
O diretor-presidentre do Jornal do Comércio, Mércio Tumelero, foi homenageado pelo 15ª Prêmio Qualidade RS como Liderança da Comunicação. “Esse é um reconhecimento para toda a equipe do JC por todas as iniciativas e melhorias que estamos promovendo”, destacou.
Foram 166 inscritos nessa edição do Prêmio Qualidade RS, que premiou empresas de pequeno, médio e grande porte de diversos segmentos da economia gaúcha. Para concorrer à premiação criada em 1996, as empresas devem fazer a adesão ao PGQP. O processo de candidatura, avaliação e julgamento dura cerca de um ano.

Congresso Internacional do PGQP terminou ontem no Centro de Eventos da Fiergs, em Porto Alegre
Adriana Lampert
A busca pelo entendimento das necessidades individuais e o uso da possibilidade de uma empresa em beneficiar seus colaboradores são os dois principais conselhos para enfrentar o desafio da excelência empresarial no século XXI, segundo o lama Padma Samten, dirigente do Centro de Estudos Budistas de Caminho do Meio (Cebb), de Viamão. Ele participou ontem do 11º Congresso Internacional da Gestão promovido pelo Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade (PGQP). Ao público, o palestrante budista lembrou que “lucidez não tem contraindicações”. “Ver mais é melhor do que ver menos. Vivemos em um mundo onde o obstáculo está no fato de as organizações verem menos”, criticou.
Samten chamou atenção para a necessidade de um outro modelo de competência, onde gestores devem buscar entender os processos internos, tanto a nível pessoal, como organizacional. Acostumado a falar sobre como os ensinamentos de Buda podem ser aplicados em atividades econômicas e no mercado de trabalho em diversos eventos voltados aos setores organizacionais, o lama destacou a utilidade da cultura oriental em uma empresa.
Entre as “qualidades fundamentais” que devem ser alcançadas por gestores, Samten citou que além da habilidade de entender os outros seres e seus respectivos mundos, ajudar o outro a vencer, saber o alcance e consequência das ações de uma empresa, entender a impermanência de situações diversas nas organizações, saber absorver os obstáculos e transformá-los em vantagem são exemplos de sabedoria que pode ser usada a nível empresarial.
A necessidade de “enxergar o próximo” também mereceu destaque na palestra de Roberto Saco, líder da American Society for Quality. “Os professores devem incentivar a criatividade, a descoberta e a paixão individual de seus alunos”, disse, lembrando que é preciso oportunizar um real aprendizado dentro do sistema educacional do século XXI as 1,8 bilhão de crianças no mundo. “Elas têm direito de ser tornar verdadeiros cidadãos do amanhã”, destacou. O norte-americano citou que a eficácia do magistério é o principal impulsionador para uma escola de qualidade. “Isso é responsabilidade dos professores, que devem conhecer o desempenho de seus alunos.”
Viviany
Empreendedores, educadores e estudantes temos bastante trabalho a ser feito para propagar mais sobre este assunto na comunidade. Mãos à obra!
Viviany
Um estudo sobre o que as organizações não devem fazer em sua comunicação no twitter, foi o tema do TCC da Carolina Lima (@CadyWitter), apresentado esta semana em Floripa.
Confira!
Viviany
Claudio Galeazzi é diretor presidente do Grupo Pão de Açúcar. Sócio-fundador da consultoria Galeazzi & Associados, concentrou suas atividades em administração de empresas, participação em conselhos de administração e na reestruturação de grandes companhias. Atuou como CEO em diversos processos de reestruturação de empresas, entre elas, Artex, Vila Romana e Lojas Americanas.