Arquivo para ‘Comportamento e Reflexão’

8 Set 2011

Pessoas mais felizes trabalham mais?

Este trecho diz o que eu penso. Em outras palavras isto se chama Responsabilidade Social Corporativa.

Os adultos que trabalham dedicam mais horas aos seus empregos do que a qualquer outra atividade. O trabalho deveria enobrecer, e não aniquilar, o espírito humano. Promover o bem-estar dos trabalhadores não só é ético como faz sentido economicamente. Fomentar vidas interiores positivas às vezes requer que os líderes articulem melhor o significado do trabalho para todos os membros da organização que estejam envolvidos.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/971646-pessoas-mais-felizes-trabalham-mais.shtml

20 Set 2010

Escolhas

O seu tempo é limitado, então não o gaste vivendo a vida de um outro alguém. Não fique preso pelos dogmas, que é viver com os resultados da vida de outras pessoas. Não deixe que o barulho da opinião dos outros cale a sua própria voz interior. E o mais importante: tenha coragem de seguir o seu próprio coração e a sua intuição. Eles de alguma maneira já sabem o que você realmente quer se tornar. Todo o resto é secundário.

Steve Jobs

5 Set 2010

Quem fabrica o produto que você compra?

A realidade de dois garotos: o que estuda, brinca, e o outro que trabalha.

Condene o trabalho infantil, seja no Brasil, seja na China ou em qualquer outro lugar!

Viviany

14 Ago 2010

Gênios fracassados: por que pessoas talentosas não conseguem ter sucesso?

Como já dizia Peter Drucker, “inteligência, imaginação e conhecimento são recursos essenciais, mas somente a eficiência os converte em resultado”.

Por Administradores.com.br

Auvers-sur-Oise, França, 27 de julho de 1890. Financeiramente desequilibrado, Vincent, irmão de Theodorus e paciente do doutor Gachet – conhecido psiquiatra da região, atira contra o próprio peito, em um campo de trigo, perto da casa onde mora. O disparo não é certeiro e ele acaba retornando ao próprio quarto, cambaleante, mas sem deixar ninguém na rua perceber o ocorrido. Vincent permanece recluso até o dia 29, quando é encontrado por alguns amigos. Mas já é tarde.

O motivo exato do suicídio nunca ficou claro para as pessoas do pequeno povoado situado nas redondezas de Paris. Mas cogitou-se, na época, que o descontrole emocional de Vincent, intensificado pelo inconformismo com a situação financeira enfrentada por ele e o irmão, o tenha levado à atitude drástica. Vincent era pintor e Theodorus tentava vender seus quadros, mas os trabalhos não empolgavam ninguém a pagar muita coisa por eles.

Hoje, mais de um século depois, poucos artistas são tão venerados no mundo quanto Vincent, que somente após a morte conseguiu sucesso e ficou conhecido por seu sobrenome: Van Gogh. Considerado um precursor da ligação entre tendências impressionistas e o modernismo, o pintor, que é de origem neerlandesa, influenciou diversas vanguardas que surgiram em diferentes países no início do século XX.

Assim como Van Gogh, muitos outros profissionais, extremamente competentes na atividade em que são especialistas, não conseguem tirar proveito da própria genialidade. Por quê?

O escritor norte-americano John C. Maxwell, que é especialista em treinamento de líderes e autor do livro “Talento não é tudo”, afirma que essa capacidade pessoal “é algo muitas vezes superestimado e frequentemente mal entendido”. Segundo ele, “quando as pessoas realizam grandes coisas, os outros muitas vezes explicam suas realizações atribuindo-as ao talento. Mas esta é uma maneira falsa e equivocada de encarar o sucesso”.

Maxwell ressalta em seu livro que o talento tem, sim, sua importância, e não pode ser desconsiderado. “Onde os Estados Unidos estariam se o país não tivesse sido formado por líderes talentosos?”, afirma o escritor. No entanto, ele afirma que é preciso ir além, transformar competência em eficiência.

Já dizia Peter Drucker…
O pai da administração moderna, Peter Drucker, dizia que “inteligência, imaginação e conhecimento são recursos essenciais, mas somente a eficiência os converte em resultado”. Para o consultor Deni Belotti, o compromisso com os próprios projetos é fundamental, e não pode ser esquecido. Para ele, a regra básica é: persistência. Segundo Belotti, é preciso ter “visão, capacidade de sonhar grande e, é claro, uma grande dose de determinação”.

Já Elias Awad, palestrante corporativo e biógrafo de grandes executivos brasileiros – como Samuel Klein, da Casas Bahia – afirma que, no mercado de trabalho, a melhor maneira de transformar talento em sucesso é somando. “Em um mundo onde é inadmissível pensar em realizar algo sozinho, eu acrescento ao pensamento do mestre Peter Drucker que não basta apenas a sua convergência e o seu comprometimento, mas sim o da equipe”, afirma Awad.

O escritor complementa chamando atenção para a questão da autoconfiança. Segundo o escritor, é ela que “levará ao merecimento. Ou seja: eu me empenho, eu me aprimoro, eu estudo, eu leio… Portanto, mereço ser feliz e ter sucesso. Enquanto isso não estiver muito claro em nossas mentes, os problemas e adversidades, muitas vezes criados ou potencializados por nós mesmos, serão mais fortes que nossas capacitações e objetivos. Dizem que querer é poder… Então, antes de poder, você precisar querer”, afirma Awad.

A importância das escolhas

Na vida, nem sempre fica claro qual o melhor caminho para se chegar a um determinado objetivo. Na verdade, saber claramente qual objetivo perseguir não é uma tarefa muito fácil. As opções são muitas e uma coisa é importante ter em mente: nem sempre dá pra escolher todas. Por isso, grande parte do sucesso de um profissional, certamente, dependerá das decisões tomadas ao longo da carreira. Como fazer isso da maneira certa?

“Saber escolher e decidir é fruto de exercício constante”, afirma Elias Awad. Segundo o escritor, “quanto mais se praticam escolhas e decisões, certamente, mais apurado fica seu feeling”.

Awad chama atenção, no entanto, para o fato de a confiança excessiva na experiência adquirida ao longo da vida poder atrapalhar na hora de se tomar uma decisão. “Quanto mais apurado seu feeling, mais atento aos detalhes você deve estar, para não tomar decisões e assumir escolhas fundamentado apenas na autoconfiança”, explica o escritor.

Talvez Van Gogh tenha tomado decisões erradas, não tenha acreditado no próprio potencial nem conseguido gerir seu trabalho. Ou não. O gênio pode, simplesmente, ter sido um incompreendido. Mas, e você: tem conseguido transformar seu talento em sucesso? Afinal, como diz John C. Maxwell, “todos temos algo que podemos fazer bem”.

Viviany.

25 Jul 2010

Encantadora de histórias

Para tradução basta mudar a legenda no vídeo para Português (view subtitles).

19 Jun 2010

Dos planos e escolhas

Estamos praticamente na metade de junho, e na metade de 2010. O que você tem feito de bom até agora?

No início do ano, enquanto eu viajava, escrevi este texto para um blog, comentando sobre a questão de se organizar para aproveitar o ano e depois poder lembrar das histórias e das conquistas realizadas. Neste post  escrevo detalhes da viagem para que sirvam de motivação para novas ‘reservas de dinheiro’ a fim de se desfrutar de mais jornadas como esta.

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Publicado originalmente no blog Gelo em Marte

Já tem três dias que o ano 10 começou, e o post do balanço do fim do ano ainda estava ali, nos fazendo lembrar da performance do Gelo em Marte em 2009. Amanhã é segunda-feira, recomeço de trabalho. Estão todos recuperados do fim de ano, ou ainda se encontram no trânsito e nas intermináveis filas após o feriadão…

Sem esperas pelo carnaval vamos ao post número um, certo? Diferente destes acontecimentos rotineiros do Brasil, minha virada do ano não foi tão comum assim. Foi bem diferente por sinal, e comemorada sobrevoando o Atlântico, com destino à Lisboa; o primeiro contato com a Europa, antes de pôr meus pés em Londres. Nem tudo é privilégio assim fácil, tudo tem seu preço, e que preço!

A TAP é uma boa companhia aérea, mas não conheço as demais que vão pro exterior pra poder fazer alguma comparação. O vôo fornecia atualizações precisas de distância, velocidade, temperatura externa, além de dar a opção pra ouvir música, ver filme, jogar videogame, e fazer compras no ar – duty free. A comida de Portugal não é das melhores, sabe? Então, nada como a opção “B”: um bom pão com manteiga.

Os aeroportos de Lisboa e Londres são gigantes, e é preciso percorrer corredores e mais corredores até achar o terminal de vôo ou da localização da bagagem. Por um instante se pode pensar: O que eu vim fazer aqui?, mas é tudo muito bem sinalizado, não têm como se perder. Então retoma-se o desejo inicial da viagem e fica tudo bem.

Em Londres as liquidações de inverno já começaram. Tem coisas bem baratinhas, comparáveis ao preço do Brasil. Pena que o almoço – Pizza Hut individual – mais barato custa em torno de 8… libras. Multiplique por 3 e sonhe com um churrasco suculento do Brasil.

Estar na Europa é se imaginar no topo do mapa, e quando alguém, ou você mesmo fala do Brasil, já mentaliza uma região lááá do hemisfério sul. Vê o mapa de cima e de cabeça pra baixo. Tudo diferente. Por aqui muita coisa é melhor, mas outras não. Prefiro considerar que é diferente e que temos que aprender também a viver com o que é diferente.

A gente fica bem (ou mal?) acostumado com a nossa rotina e nem tentamos enxergar um pouco além do nosso portão, da nossa cidade, do nosso país. Ok, por horas isto nem faz diferença! E para algumas pessoas nunca fará. Mas sinceramente, é legal ver a grandeza e a diversidade de tudo. Aprende-se mais, aceita-se melhor algumas coisas, desafia-se, e tudo por conta de uma decisão de mudança, ou curiosidade, ou necessidade – ou turismo mesmo. Vale a pena, e nada de ter medos! O medo só fará com que se evite e deixe de viver coisas novas. Às vezes precisamos de desafios.

Está sendo bom começar um ano novo deste jeito, no velho mundo, sendo que em todo fim e início de ano é bom que pensemos sobre o que queremos pra ele, pra que não passe em branco ou corrido, sem desejos e sonhos realizados. Não é a administração que diz que é preciso fazer planos prévios, mas a vida.

Se você não se programar, dificilmente terá dinheiro pra viajar, comprar um carro, casar, ter filhos. Todos sabemos que existem simplicidades que não devem obedecer regras, e isto é bom que continue desde jeito. Porém, pra atingirmos outras coisas precisamos aprender a escolher, priorizar, e o mais importante: coragem. Feliz 2010.

Viviany

13 Mai 2010

Minimalista

Precisava florir um pouco o blog. Não somente para o trabalho deve ser a sua dedicação. ;)


Fotos retiradas do site: http://www.etsy.com

16 Abr 2010

Seminário sobre a situação atual da Educação Brasileira

Na próxima semana acontecerá em Florianópolis o seminário sobre a situação atual da educação brasileira. O evento organizado pelo CIEE Nacional e de Santa Catarina é gratuito e será no dia 23 de abril (sexta-feira), na UFSC.

Faça sua inscrição aqui.

Viviany

26 Mar 2010

Pensar ‘fora da caixa’

Há um tempo venho praticando o exercício de pensar diferente, pensar ‘fora da caixa’, produzir e produzir ideias, afinal, a gente só encontra uma ideia boa e aplicável (ou mais de uma) ao passar pelas ruins e as não viáveis.

Mas isto não surgiu do nada. No dia-a-dia as pessoas comentam sobre ideias corriqueiras, como toda criança, como todo estudante, e como todo ‘cientista maluco’. Muitas vezes elas não saem do papel; a maioria. Por outro lado existem aquelas que surgem e passam a valer milhões. Você só tem tempo de dizer: ‘- Como eu não pensei nisto antes?!’. Talvez pensar você até tenha pensado, mas faltou a ação; o fazer acontecer, que depende algumas vezes de recur$os e de coragem.

Da mesma forma que surgem do nada, eu acredito que as pessoas podem se educar cada vez mais na prática de geração de ideias, e mesmo apesar de se dizer que a criatividade é algo subjetivo, nada impede que você desenvolva este hábito frequentemente, seja no seu ambiente de trabalho ou fora dele, já que isto dependerá da sua rotina, experiências, conversas e leituras. Esta foi a minha escolha há uns anos, e desde lá venho desenvolvendo esta capacidade de olhar as coisas, processos, modelos de negócios e comportamentos, pra refletir sobre o que já é tendência e o que pode surgir de novo.

Em outubro de 2009, a HSM publicou uma matéria sobre este assunto, e há um trecho que comenta um pouco sobre o ambiente propício para geração de ideias:

Para “pensar diferente” a atitude mais benéfica que você pode ter é se colocar fora de seu ambiente usual. É raro que as pessoas tenham ideias novas enquanto estão sentadas em seu escritório ou interagindo com as mesmas pessoas todos os dias. Observamos que se colocar em uma circunstância inédita ou diferenciada, seja numa viagem ou encontrando pessoas que não vemos todos os dias, é de longe a melhor forma de fazer com que o cérebro saia de seu modo previsível e desperte a criatividade inerente.

Eu concordo discordando, pois são em determinados ambientes já usuais, que você vê urgentemente a necessidade de mudança, e este fato pro processo criativo já se torna suficiente. Por outro lado, não elimino a ideia de que novos lugares e pessoas catalisam o pensar e o criar.

Trarei a matéria da revista na íntegra nos próximos dias, mas desde já pense no assunto, tente produzir ideias, sem qualquer tipo de medo de ser repreendido por alguém. Muitas vezes elas auxiliarão na sua rotina diária, no desenvolvimento da sua criatividade e detalhismo, não precisando, necessariamente, ser aquela ideia brilhante desejada por qualquer empreendedor.

Viviany

24 Mar 2010

O sonho de todo empreendedor

a adaptação faz parte do problema. ;)

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